Pastoral da Criança recebe ação do Agosto Lilás pela Secretaria da Mulher

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Publicado em 09 de setembro de 2021, por Filipe Vasconcelos | Categoria: Mulher

A tarde da segunda-feira foi marcada por diálogos e conhecimentos sobre a Lei Maria da Penha e seus 15 anos de existência

 

Dando continuidade a programação do Agosto Lilás, a Prefeitura de Gravatá por meio da Secretaria da Mulher, vem levando conhecimentos e informações a toda população gravataense, e na segunda-feira (30) foi a vez da Pastoral da Criança, localizada no bairro Maria Auxiliadora.

Durante a palestra a psicóloga Juliana Vieira e a estagiária de direito, Amanda Salgado explicaram os tipos de violência, tanto física quanto psicológica, que as mulheres sofrem no seu cotidiano, falaram sobre os canais de denúncia, esclareceram algumas dúvidas e levaram a conhecimento a Lei Maria da Penha e seus 15 anos de luta, avanços e conquistas. Além das ações que a Secretaria da Mulher vem exercendo e a instalação da Patrulha Maria da Penha.

Maria Alcione, agricultora e moradora do bairro Maria Auxiliadora comenta sobre essa ação e os conhecimentos adquiridos: “Achei uma maravilha porque nunca tivemos isso aqui. E o que aprendi foi ter mais coragem para poder denunciar e não ter medo. E com relação a Secretaria, trouxeram muita coisa boa para a gente e a gente só tem o que agradecer”.

Na ocasião, Daniela Maria, professora voluntária da Pastoral da Criança, fala da importância de passar segurança às mulheres: “Que elas têm direitos, e que podem ser assistidas e ouvidas. Então, ela vai recorrer para pedir ajuda e vão saber que elas serão atendidas. Gostei demais da palestra, elas interagiram, perguntaram, tiraram as dúvidas e espero que sempre tenha essa interação de Prefeitura, Pastoral e comunidade”.

Juliana Vieira, psicóloga da Secretaria da Mulher comenta que “a importância aqui na comunidade Maria Auxiliadora, com as mães e mulheres, é de divulgar os 15 anos da Lei Maria da Penha, a importância dos canais de denúncia. Além disso, políticas voltadas para essas mulheres que necessitam tanto desse apoio, as que sofrem com a violência doméstica por vários anos. Então, a importância do compartilhamento e a troca de experiência com elas foi muito interessante. Esperamos nós voltarmos em outro momento para conversarmos sobre outros assuntos”.

 

Reportagem: Mathilde Souza

Fotos: Anderson Souza (SECOM)


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