Última apresentação do espetáculo “Nossa Paixão – A Luz do Mundo” tem grande público em Gravatá 

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Publicado em 04 de abril de 2026, por Ana Paula Figueirêdo | Categoria: Destaque

ICETAG encerra temporada 2026 da peça teatral com sentimento de dever cumprido ao encenar história, morte e ressurreição de Cristo pelo 43º ano

 

A Sexta-feira Santa (04) é um momento de luto, silêncio e reflexão para a comunidade cristã mundial e Gravatá realizou neste dia, que antecede o Sábado de Aleluia e o Domingo de Páscoa, a última apresentação da temporada 2026 do espetáculo “Nossa Paixão”, que este ano trouxe o tema “A Luz do Mundo”. 

 

 

A encenação, que é realizada pelo ICETAG e tem apoio da Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer, conta a história da vida, morte e ressurreição  de Jesus Cristo. Este ano, a peça teatral completou 43 anos. 

 

 

Izadora Maria (detalhes xadrez), estudante, mora em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, e assistiu à apresentação pela primeira vez e opinou: “Eu tô achando bem interessante até porque é a primeira vez que eu assisto a Paixão de Christian em si e eu tô achando uma experiência nova e bem legal. Acho que é necessário a gente assistir sobre isso, a história de Jesus que é muito importante também pra poder abrir a mente de muitas pessoas, então eu tô gostando bastante”. E Maria Eloisa (blusa preta), estudante, moradora de Gravatá, do bairro Porta Florada, também esteve pela primeira vez no espetáculo. “Estou gostando do espetáculo e é ainda mais gratificante ver que são todos atores daqui de Gravatá e o contexto da história de Jesus que é muito importante. Está lindo o espetáculo, valeu muito a pena vir assistir, tá perfeito. Eu pensei que era de fora. Está muito organizado, estruturado, perfeito”.

 

 

Silvana Cristina, auxiliar de cozinha, é gravataense, mas atualmente mora em Bezerros. “Achei a apresentação esplêndida, maravilhosa e melhor ainda porque tinha lugar para as pessoas idosas e com dificuldade de locomoção. Que seja sempre assim. Eu vim com meu esposo e minha sogra. Eu sou gravataense, mas atualmente moro em Bezerros. Valorizo minha cidade que é meu berço e acho que a prefeitura faz bem em apoiar esse tipo de evento, porque dá mais incentivo para os jovens, pessoas de idade para atuarem”. 

 

 

Ana Melissa, estudante, veio de Belo Jardim para prestigiar a Nossa Paixão. “Foi a primeira vez que eu vim. Eu me emocionei muito, os efeitos sonoros, a atuação, perfeito. Recomendo que as pessoas venham nos próximos anos. A prefeitura está de parabéns por apoiar esse tipo de evento”. 

 

 

O ator José Batista interpreta Herodes há 9 anos na Nossa Paixão. “Primeiramente eu comecei nesse espetáculo como um dos figurantes, fazia parte do bacanal de Herodes, aí o meu amigo Carlão, que era diretor do teatro, no ano seguinte me convidou pra fazer o papel de Herodes no Natal. Aí ele gostou do meu trabalho e eu já tô há nove anos neste papel. O personagem de Herodes é importante aqui nessa paixão, porque eu acho que todo mundo sente que Herodes não queria que Jesus morresse. Herodes sempre procura tirar por menos. Tenho orgulho desse personagem, me sinto bem. Faz nove anos que faço esse personagem e espero passar mais anos por esse papel aqui com o pessoal”.  

 

 

Ana Kely Alves e Alyce Alves dividem a direção do espetáculo com Antônio Santos, conhecido como Toinho. Alyce disse: “Missão cumprida e missão cumprida com gostinho de quero mais, porque infelizmente não pudemos fazer no primeiro dia por causa da chuva, mas foi Deus que quis assim e graças a Deus tudo saiu da forma como Ele quis que acontecesse. É um elenco grande de mais ou menos 200 artistas diretamente aqui em palco e fora as outras pessoas que são mais umas 100 envolvidas, então é muita gente trabalhando. Cada cena que a gente apresentava era um aplauso, foi muito gratificante. A cada aplauso aqui atrás a gente vibrava de alegria porque é o retorno, é o que faz o nosso trabalho valer a pena. A prefeitura sempre apoiou a gente, nunca deixou de prestar esse apoio. A presença deles, também eles sempre validando a gente, tanto pessoalmente, quanto pelo WhatsApp, então é uma relação muito próxima que a gente tem, é muito acessível. É uma gestão que valoriza a cultura e eles acreditam realmente no nosso potencial”. 

 

 

Reportagem: Ana Paula Figueirêdo 

Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)

Imagens aéreas: Eliese Henrique




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