Atividade promovida pela Prefeitura, dentro da programação do Mês da Mulher, reuniu representantes da sociedade civil e do poder público para discutir desafios, direitos e a ocupação das mulheres nos espaços de poder


A Prefeitura de Gravatá trouxe, como parte da programação do Mês da Mulher, o workshop Mulheres na política: Desafios, direitos e enfrentamento à violência, facilitado por Manoela Alves, professora, advogada e consultora de diversidade do Instituto Enegrecer.


O workshop aconteceu na tarde da sexta (13), no auditório do IPSEG. Manoela Alves foi convidada pela seccional da OAB Gravatá e parabenizou o trabalho da gestão municipal pela pauta de gênero. “Se a pauta de gênero hoje está pipocando numa perspectiva de trazer mais protagonismo pras mulheres ter uma secretaria para estar dialogando com as outras secretarias como a Educação, Saúde, Segurança é essencial para o município e o trabalho que está sendo feito aqui pela secretaria tem sido muito significativo o exemplo é esse Plano de Enfrentamento ao Assédio para as Servidoras isso é um dos exemplos de que a secretaria tem um olhar especializado e um olhar sensibilizado para proteção das mulheres dentro e fora dos ambientes institucionais. Isso é compromisso da gestão municipal e eu só tenho a parabenizar e admirar”.

Ester Gomes, secretária da Mulher de Gravatá, destacou: “A gente está numa parceria entre a Secretaria da Mulher e a seccional da OAB Gravatá, então nesse diálogo a Doutora Manoela já foi pensada como essa pessoa por ser uma referência nesses debates, nessas pautas, pelo lugar que ela está e enfim o currículo vasto que ela tem. Não é a primeira vez que ela está conosco, ela também esteve aqui na Conferência da Mulher no ano passado como uma das palestrantes e a partir daí nós começamos a pensar num debate dessa natureza, tendo como tema a violência política de gênero. Estamos em um ano de eleição então nada mais do que oportuno da gente ampliar essa discussão falar da ocupação da mulher nos espaços de poder e reuniu-se em segmentos da sociedade, a sociedade civil organizada, gestão pública, enfim, pessoas que estão em linha de frente e que lidam com grupos de mulheres, para que a gente pudesse fazer essa roda de diálogo, essa discussão no 08 de março”.

Reportagem: Ana Paula Figueirêdo
Fotos: Anderson Souza (SECOM)