Evento promovido pela Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria da Mulher, reuniu estudantes e comunidade no Memorial de Gravatá em uma tarde de reflexões, arte e fortalecimento da identidade racial
A Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria da Mulher, através do Núcleo de Promoção da Igualdade Racial, promoveu na tarde da quinta-feira (30), no Memorial de Gravatá, o Sarau Julho das Pretas, com o tema “Beleza, Ancestralidade e Bem Viver”. A iniciativa integrou a programação do Julho das Pretas, mês dedicado ao fortalecimento das lutas das mulheres negras, com estudantes, educadores e a comunidade para um momento de valorização da cultura afro-brasileira, da identidade racial e do protagonismo feminino.

Durante a programação, os participantes acompanharam apresentações culturais, momentos de diálogo e reflexões sobre ancestralidade, autoestima, equidade racial e o papel da mulher negra na construção da sociedade. O encontro reforçou o compromisso da gestão municipal com a promoção da igualdade racial, o combate ao racismo e a criação de espaços de escuta, representatividade e valorização das diferentes expressões culturais presentes no município.


A estudante da ETE Gravatá, Michelly dos Santos, destacou a importância da iniciativa para a juventude. “Participar desse sarau foi uma experiência muito enriquecedora. É um momento em que aprendemos mais sobre nossa história, valorizamos nossas raízes e entendemos a importância de respeitar e celebrar a diversidade. Saio daqui com muito conhecimento e orgulho da nossa cultura.”

A diretora de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria da Mulher, Joyce Melissa, ressaltou que o evento representa um importante espaço de fortalecimento das políticas públicas voltadas à população negra. “O Julho das Pretas é um movimento de resistência, valorização e reconhecimento da força das mulheres negras. Este sarau foi pensado para promover reflexão, pertencimento e representatividade, reafirmando o compromisso da Prefeitura de Gravatá em construir uma sociedade mais justa, igualitária e livre de qualquer forma de discriminação.”
Reportagem: Filipe Vasconcelos (SECOM)
Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)