Oficina “Cores da Minha Vida” promove reflexão sobre identidade étnico-racial e pertencimento no CRAS I

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Publicado em 23 de julho de 2026, por Filipe Vasconcelos | Categoria: Destaque

Ação realizada pela Secretaria da Mulher de Gravatá utilizou dinâmicas interativas e referências femininas negras para debater o colorismo e desconstruir o conceito do “lápis cor de pele”

 

Na quarta-feira (22), a Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria da Mulher, realizou a oficina “Cores da Minha Vida” nas instalações do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS I). Com o propósito central de fortalecer a identidade e o reconhecimento étnico-racial, a iniciativa buscou exaltar referências de mulheres negras com papéis fundamentais na história quilombola, na cultura e na política. Durante a proposta inicial, as participantes analisaram trajetórias de diversas personalidades femininas para identificar a qual eixo de atuação pertenciam com o estímulo da percepção sobre a representatividade e o impacto do protagonismo negro ao longo das gerações.

Para aprofundar a compreensão sobre as nuances e diversidades da população negra no Brasil, a atividade conduziu uma dinâmica baseada no conceito de colorismo com a organização de imagens em uma escala gradativa de tonalidades. Em seguida, os jovens foram convidados a ficar em pé e a se posicionarem individualmente ao longo da linha de tons de pele, o que geroy um debate prático e reflexivo. Essa vivência teve como foco incentivar o pensamento crítico sobre construções cotidianas e expressões enraizadas na sociedade, como o mito do “lápis cor de pele” e promover o autoconhecimento, a autoestima e a conscientização racial desde a juventude.

 

Reportagem: Filipe Vasconcelos (SECOM)
Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)


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