Secretaria da Mulher apresenta fluxo integrado de atendimento à Rede de Proteção

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Publicado em 27 de fevereiro de 2026, por Mathilde Souza | Categoria: Destaque

Reunião no IPSEG reuniu secretarias e órgãos municipais para alinhar estratégias no atendimento às mulheres em situação de violência

 

Nesta sexta-feira (27), a Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria da Mulher, realizou a I Reunião de Construção de Fluxos para a Rede de Proteção à Mulher. O encontro aconteceu no auditório do IPSEG e teve como pauta principal a apresentação do fluxo de atendimento do Centro de Referência da Mulher.

 

A reunião foi um chamado à Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, composta por organismos da gestão municipal, a exemplo das secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação, além de representantes da segurança pública e demais equipamentos que atuam diretamente no acolhimento às vítimas.

 

O fluxograma apresentado já vinha sendo construído como meta estabelecida para 2026 pela Secretaria da Mulher. A iniciativa surgiu da necessidade de fortalecer a atuação integrada da rede, garantindo direcionamentos oficiais, formais e legítimos para assegurar um atendimento humanizado e eficaz às mulheres que chegam em situação de violência.

 

Durante o encontro, o modelo inicial foi compartilhado para discussão e alinhamento entre os setores, considerando que a mesma mulher atendida no Centro de Referência também pode estar inserida nos ambientes da educação, saúde, assistência social ou segurança pública. A proposta é que todos os órgãos atuem de forma articulada, preenchendo os instrumentos previstos no fluxo e dialogando continuamente para assegurar atendimento integral na ponta.

 

A secretária da Mulher, Ester Gomes, destacou a importância do momento para o fortalecimento da política pública no município. “Esse fluxo começa a ser construído a partir da compreensão de que precisamos unir forças e estabelecer caminhos formais e legítimos dentro da rede. A mesma mulher que chega ao Centro de Referência está também na escola, na unidade de saúde, na assistência. Por isso, é fundamental que todos saibam como agir, quais formulários preencher e como dialogar entre si. Nosso objetivo é garantir que essa mulher se sinta segura e amparada, sabendo por onde caminhar desde o momento em que a violência acontece”, afirmou.

 

Reportagem: Mathilde Souza
Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM) 


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