Capacitação reforça inclusão e orienta profissionais sobre atendimento a estudantes com deficiência

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Publicado em 14 de abril de 2026, por Ana Paula Figueirêdo | Categoria: Destaque

Encontro reúne mais de 200 profissionais da rede para discutir autismo, ética e diretrizes do novo decreto sobre apoio educacional

 

 

 

 

No mês dedicado à conscientização sobre o autismo, a Rede Municipal de Ensino de Gravatá promoveu um encontro formativo, ao longo da terça (14), voltado à inclusão escolar e à atualização de diretrizes para profissionais da educação. 

 

 

A iniciativa, realizada no auditório da Secretaria de Educação, contou com a participação da Clínica Aliançados, que conduziu um momento de diálogo com os educadores sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de orientar sobre práticas adequadas no ambiente escolar.

 

 

A formação também teve como foco a apresentação de atualizações relacionadas ao Decreto nº 12.686/2025, que regulamenta a atuação dos profissionais de apoio. Durante o encontro, foram discutidas as funções de cada cargo, bem como aspectos éticos, postura profissional e a importância do acolhimento no trato com os estudantes, especialmente diante da chegada de novos integrantes à equipe.

 

 

De acordo com a professora Érica Etiene, coordenadora da Educação Inlusiva da Secretaria de Educação de Gravatá, “nós estamos recebendo a Clínica Aliançados para falar um pouquinho com os profissionais sobre o tema, mas aproveitando reunimos a equipe para trazer atualizações sobre o Decreto, que fala sobre a questão dos profissionais de apoio, a função de cada um, e orientando também quanto a questão ética, a postura na escola, o trato com os alunos, porque estão recebendo grande parte da equipe nova. Então a gente precisa atualizá-los quanto a isso. Hoje a gente tem 100 cuidadores, que começaram agora com a equipe da cooperativa, e a gente tem 76 professores auxiliares, ou seja, 176, fora os professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), o que soma uma equipe de mais de 200 pessoas. A gente está o tempo todo acolhendo todo estudante e, se ele tem deficiência, a gente vai entender. O decreto nos orienta essa questão de conhecer o aluno e através do estudo de caso a gente poder formular o Plano de Atendimento à Educação Especializado e verificar com que profissional aquela criança vai ficar, se ele realmente precisa de um profissional, que bem aquele profissional vai trazer para o desenvolvimento da criança dentro da escola como um todo. A gestão não se preocupa apenas com a matrícula, tem que ter aprendizagem a permanência então a gente está sempre em movimento e em busca realmente dessa inclusão de forma efetiva da criança como um todo. Ela se matricula e se desenvolve dentro da sala de aula dentro do ambiente escolar”. 

 

Reportagem: Ana Paula Figueirêdo

Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)


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