Ação promovida pela Prefeitura de Gravatá amplia o acesso ao exame, garante diagnóstico precoce e fortalece o cuidado contínuo com a saúde feminina no município

Hoje, sabe-se que a mamografia é um instrumento importante na prevenção e detecção precoce do câncer de mama. Por isso, a Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria de Saúde, realiza, periodicamente, mutirão desse exame no Posto 1.

Muitas mulheres estiveram na unidade de saúde na manhã da quinta (26), como foi o caso de Edvânia Maria, dona de casa, que mora no bairro CAIC. Faz dois anos que ela mora em Gravatá. “Moreno para mim era tudo complicado e quando eu cheguei aqui em Gravatá fiz logo o meu cadastro no Posto do CAIC. As atendentes do posto são excelentes, eu não precisei ficar em fila para marcar minha ficha, elas que marcaram, a doutora é excelente, então foi descoberta muita coisa que eu tinha e não sabia, porque na minha outra cidade era muito difícil, principalmente o clínico. Foi descoberto que eu estou com diabetes, aí a doutora passou um check-up completo. A marcação pra mim foi rápida, no final do ano passado eu fiz tudo, faltou apenas o da mama, que eu vou fazer hoje. A prefeitura daqui de Gravatá é nota 10”.
Oseane de Farias Silva, agricultora, “eu estou fazendo esse exame, porque a médica está investigando se o nódulo é benigno ou maligno. Já fiz a ultrassonografia mês passado, repeti e ela me encaminhou para fazer esse exame aqui. Foi muito rápido. Eu ia fazer em Caruaru, mas foi muito bom fazer esse exame aqui. Estou com meu filho doente, está uma complicação grande e fazer aqui facilitou. Agradeci a Deus. Já me operei dessa mesma questão, mas voltou e em nome de Jesus vai dar tudo certo”.
Lucicleide Paulina, agricultora, tem 46 anos, é moradora da Rua do Norte e reforçou a importância desse exame. “Eu nunca fiz esse exame, vai ser a primeira vez. A enfermeira Joana, do Posto da antiga Sucam, quem passou para eu fazer, porque meu pai faleceu de câncer. Estou na expectativa de me cuidar, se tiver algo e descobrir logo é melhor ainda. Quando meu pai veio descobrir a situação dele já era tarde demais. Estou agradecida à prefeitura por fazer esse exame aqui, porque era mais difícil conseguir as coisas antes e hoje está sendo mais fácil. A minha mãe mesmo precisou fazer esse mesmo exame em Bezerros, naquela época, porque aqui não fazia. Agora acho bom”.
Reportagem: Ana Paula Figueirêdo
Fotos: Ednaldo Lourenço (SECOM)